terça-feira, 9 de novembro de 2010

PNL trans-pessoal , um caminho ao essencial

A Programação Neurolingüística foi descrita desde a sua origem como sendo um conjunto de técnicas que ajudam o ser humano a conhecer como a sua mente funciona. Esta definição é por si limitada e inexata porque, entre seus esforços iniciais, está o de compreender a continua relação corpo-mente e, nos desenvolvimentos posteriores, realizados muitos deles por Robert Dilts, inclui o trans-pessoal/espiritual dentro do Modelo dos níveis neurológicos
Entretanto, dentro das chamadas pré-suposições operativas, que constituem o que podemos chamar “as bases epistemológicas” de atuação da PNL. tradicional, a inclusão do Trans-pessoal brilha por sua ausência. Estas pré-suposições marcam os limites daquilo com o que podemos trabalhar e nos aproximar de qual podemos pensar. Essa ausência reflete as limitações que têm a PNL. para modelar tudo aquilo que foge do conceito tradicional de mente-pensamento, no que está implícito um Modelo de realidade que desconhece o transcendental, ou que embora o mencione, não sabe integrá-lo em seu estudo e processos.
Desde esta limitação inicial, é totalmente normal e compreensível que as técnicas, modelos e ferramentas projetadas pela PNL. para compreender e modelar os níveis neurológicos mais profundos do ser humano (crenças, valores, identidade e espiritualidade) eram insuficientes.
Como exemplo, podemos mencionar uma limitação e incongruência que qualquer pessoa que tenha praticado PNL. pode corroborar: os Valores e Crenças eram considerados “coisas ou objetos”, como algo estático, não um processo. Ou o que dá no mesmo, através de uma nominalização, um dos fundamentos básicos do Meta-modelo, base e origem da PNL. já que foi o primeiro que Bandler e Grinder formularam.Tratávamos a crença como se fosse um estado e nos ensinavam a mudá-la??? Fazendo modificações espaciais e de sub-modalidades.
Para que o dito não fique como uma crítica fácil e insubstancial, podemos uni-lo com outra das insistências básicas da PNL. tradicional, que é a de especificar muito os Objetivos e esquecer de que o ser humano é um sistema holístico e que, como tal, tem uma orientação básica à qual o inconsciente nos leva constantemente e que é a que utilizava Milton Erickson para realizar “mágicas” mudanças em seus pacientes. Já em 1980, Richard Bandler falava em seus seminários, e está mencionado em seu livro “Use sua cabeça… para variar”, que depois de modelar Erickson ele tinha compreendido que “o cérebro pensa em direções, não em objetivos” e que a direção implica movimento, ou seja, que me mexo me afastando de algo e me aproximando de outra coisa.
Disto se desprende que por mais bem especificado que seja um Objetivo, se não está enquadrado na Direção na qual o inconsciente dirige a nossa atenção, teremos que utilizar muita “força de vontade” (desgastante) para consegui-lo, correndo um outro risco importante: se o Objetivo não for congruente com a Direção, ao consegui-lo, irá se transformar em alguma dessas conquistas que em muito pouco tempo não saberemos para que a queríamos e que se transforma em um estorvo, em uma “batata quente” que nos queima nas mãos.
E agora vem a pergunta chave que fecha este enigma cibernético: Como se especifica ou determina a nossa Direção? e a resposta é: por meio de processos através dos quais valorizamos o que está acontecendo e o que desejamos, e isto, por sua vez, está relacionado com o processo de Identidade, através do qual nos identificamos com determinados aspectos que geram prazer ou que, mesmo que causem sofrimento, podemos enquadrá-los como que nos afastam do que já não queremos para nós e nos aproximam daquilo que desejamos. Daí o erro e as dificuldades que surgem de tratar os valores, crenças e identidade como algo estático e sem movimento.
A partir destas conclusões, qualquer praticante da PNL. percebe que dentro da Direção na qual nos movemos, também está implícito, e em alguns de nós de uma forma muito importante, o sentido espiritual da nossa vida e as repercussões sistêmicas dos nossos atos e pensamentos, pelo que se faz imprescindível encontrar ferramentas com as quais modelar o aspecto Trans-pessoal e incorporá-lo à proposta da PNL.
Estas idéias iniciais nos levaram a revisar outros aspectos da PNL. tradicional e a realizar muitas reformulações que no contexto deste artigo seriam muito longas de enumerar e que se enquadram nos avanços mais recentes da Teoria de Sistemas, a Física Quântica e a Biologia do Conhecimento, que têm como uma de suas Pressuposições Básicas a seguinte: “a complexidade efetiva de um sistema observado tem a ver mais com as limitações particulares do observador do que com as propriedades do sistema observado”.
Fica evidente que neste enfoque Trans-pessoal da PNL. demos mais importância a conhecer as nossas limitações particulares do que a aprender um conjunto de técnicas, que a maior parte da formação em PNL. estava se limitando, pelo menos na Espanha, e também que a mencionada Pressuposição implica que alguém que não tenha essa orientação Trans-pessoal integrada na sua vida, tem muita probabilidade de não reconhecê-la nos demais e em ignorar a sua importância e as repercussões para essas pessoas.
Na nossa proposta, entendemos por Trans-pessoal tudo aquilo que está além da máscara (pessoa) que habitualmente colocamos para nos conectarmos com os demais e o mundo que nos cerca. Acreditamos que se nos restringíssemos a estudar esse conceito limitador da personalidade, estaríamos enfrentando o fracasso, porque esqueceríamos que somos algo mais do que máscara e individualidade separada dos demais.
As novas compreensões do ser humano nos fazem entender que cada um de nós é como a célula de um grande corpo que chamamos Humanidade. Conhecer o melhor possível as nossas capacidades para poder realizar da maneira mais adequada as funções que nos têm sido encomendadas como célula do órgão no qual vivemos, poderia ser a responsabilidade de sermos humanos. Isso é possível se, ao mesmo tempo que temos consciência da parte, somos capazes de perceber que o todo também está refletido e vivo em nós.
Estes dois aspectos, “aparentemente opostos e necessariamente complementários”, são os que dão sentido à palavra Trans-pessoal, aquilo que é mais do que nós e que ao mesmo tempo é a própria pessoa.
Outra maneira de pensar sobre nós mesmos é que somos um Universo. Esta palavra significa compreender e transformar o múltiplo, o diverso, em um princípio único em que tudo se relaciona de inúmeras formas. A ciência tradicional está ajudando a conhecer as leis que regem o nosso Universo, e a cada dia se estabelecem novas teorias que nos ajudam a criar Modelos para compreender melhor os inter-relacionamentos existentes entre os aspectos díspares e, muitas vezes, aparentemente contraditórios, que até o momento conhecemos nos espaços infinitos.
Dentro dos Modelos mais conhecidos e que mais nos ajudaram a compreender as leis universais estão o de Newton e o de Einstein. Suas teorias, com todo o avanço que representaram em seu momento, hoje estão, em grande parte, superadas e incluídas no Modelo da Física Quântica, que propõe a existência de quantuns energéticos que dão origem à matéria e a tudo o que existe.
Estes vários aspectos que nos formam (na PNL. são chamados de níveis neurológicos) podem ser estudados separadamente, se isso ajuda à compreensão, mas não pode ser entendido sem a relação com os demais aspectos internos e externos, com o risco de cair novamente na separação especializada, tão presente em muitos aspectos da ciência tradicional. Um exemplo disto, que todos nós conhecemos e algumas vezes temos sofrido, é a compreensão da saúde que tem a medicina convencional, onde cada especialista trata a parte como um todo e se esquece das repercussões produzidas no resto do organismo pelo tratamento naquele órgão ou sistema no qual está especializado.
Também não se pode esquecer que o nosso Universo pessoal está em contato e em íntima relação com todos os outros Universos pessoais que nos circundam, inclusive com aquelas partes dos mesmos que estão além da percepção dos sentidos físicos. Na PNL. Trans-pessoal procuramos superar esta limitação de percepção, tentando desenvolver a Intuição, forma especial de percepção que vai além dos nossos sentidos físicos.
Para exemplificar isto, costumamos utilizar metáforas como a que nos relata o nosso grande amigo Toni Bennássar:
Uma gaivota voava imersa em uma bela névoa de outono, quando de longe viu o arco-íris. Assustada pelo que acreditou ser a entrada do céu, se lançou em sua busca. Mas quanto mais se esforçava para alcançá-lo, mais escorregadio se tornava o extraordinário fenômeno, até que finalmente caiu exausta. Nessas circunstâncias de limite, escutou uma misteriosa voz que lhe disse:
- “Da mesma maneira que o arco-íris é uma condição de quem observa e não uma realidade, também é o vosso mundo com as cores e as formas. Tudo depende das condições do observador e delas surge o que chamais realidade”.
Então a gaivota soube que finalmente tinha alcançado o arco-íris.
Tentando resumir, diremos que a PNL. Trans-pessoal propõe uma concepção de unidade do ser humano e seu objetivo primordial é de Modelar o nosso aspecto Essencial, que é, para nós, a origem e núcleo de nossa existência, integrador de nossos pensamentos, emoções, crenças, valores e hábitos, e onde está a informação do que somos e a potencialidade do que podemos Ser.
Toda tentativa de explicação é necessariamente limitada porque o sentido das palavras que cada um dá ao que lê pode mudar totalmente a compreensão do que se quer transmitir. Mas esta limitação é ao mesmo tempo uma possibilidade de enriquecimento, porque, se compartimos os nossos mapas da realidade, podemos nos ajudar a compreender um pouco mais de nós mesmos e dos demais com os quais compartilho o Grande Corpo da Humanidade.
Bem-vindo a esta oportunidade de compartilhar a viagem de exploração dos nossos Universos Interiores.

A chave da excelencia pessoal


A estratégia é um projeto que as pessoas seguem para conseguir uma determinada finalidade. Na PNL se define como “programa, ou seqüência de representações, preparado e que leva a um resultado específico”. A estratégia mental pode começar com um teste ou avaliação de se realmente se é preciso fazer algo, continua com o estabelecimento da estratégia que ajuda a motivação e segue com a estratégia para fazer algo. A base da excelência pessoal se consegue compreendendo o modo de instalar as estratégias e de mudá-las.
No nosso cérebro, as estratégias formam redes neurais muito complexas já que não apenas “somos o que pensamos”, mas que também tendemos a fazer aquilo que pensamos. A PNL destaca estas representações que produzem as condutas que produzem os objetivos esperados. Isto se refere ao nosso mundo interior, mas também é preciso considerar que vivemos em um mundo externo. As distintas estratégias que utilizamos contemplam os dois mundos.
As estratégias estão compostas por distintos níveis. Um nível superior do qual se vão debulhando fragmentos inferiores. Sabendo disso, a PNL nos permite mudar as várias estratégias para conseguir os mesmos resultados.
É preciso lembrar que para conseguir um triunfo é preciso encontrar os elementos da estratégia e a ordem correta deles, a sintaxe correta.
Para conseguir os resultados que esperamos, utilizamos um sistema de estratégias. O sistema segue quatro etapas:
1. Estabelecer a meta
2. Atuar
3. Observar o que acontece
4. Mudar o que se faz até obter o resultado desejado
Para colocar em prática esta apresentação cibernética, você vai precisar de:
- Uma meta concreta
- Capacidade de fazer algo para consegui-la
- Um meio de saber em que medida não alcançou a sua meta
- A capacidade de continuar mudando o que se faz até alcançar a sua meta.
Há certos resultados que conseguimos de forma inconsciente já que o nosso corpo se encarrega de fazer tudo o que for necessário para a nossa sobrevivência. Graças à PNL podemos utilizar esta capacidade cibernética para obter objetivos conscientes. Apesar disso, grande parte do processo continua sendo inconsciente.
Em certas situações nos interessa deduzir as estratégias de pensamento que outras pessoas têm por diversos motivos:
- Imitar uma conduta excelente
- Desfazer ou atrapalhar esta conduta para que seja ineficaz
- “Voltar a vivenciá-la” se existe um rapport (capacidade de boa convivência com os demais) estabelecido entre ambos
- Aplicação por parte de cada um para conseguir seus próprios resultados de uma estratégia identificada como excelente
TOTE é um modelo que corresponde às iniciais da palavra inglesa:
Test/trigger (Prova\desencadeante)
Operate (Operar)
Test (Prova)
Exit (Saída)
É um modelo utilizado em informática e que a PNL adotou. É similar ao modelo do sucesso em quatro etapas.
- Prova/desencadeante: a primeira prova dá origem à estratégia
- Operar: se trata de ter acesso à informação do mundo interior e do mundo exterior que temos
- Prova(segunda): são comparados os dados obtidos com os estabelecidos na primeira prova
- Saída: o resultado da prova
Se o resultado não convence, os passos da estratégia são repetidos, reajustando algum dos seguintes itens:
- Mudando o resultado ou redirecionando a estratégia
- Ajustando o resultado ou fragmentando lateralmente
- Limitando ou especificando mais o resultado
- Tendo acesso a mais dados
Um exemplo de prática do modelo TOTE é o seguinte. Você decide comprar um par de sapatos. No primeiro passo, a prova, você visualiza os sapatos que deseja na sua cabeça. No segundo passo, operar, engloba os passos a seguir para encontrá-los. No terceiro passo, a segunda prova, compara os sapatos que você tinha desejado com os que você tem à frente. Por último, a saída, se os dois coincidem, você faz a compra e sai da estratégia, mas se não coincidem, sai da estratégia sem comprar e pode voltar a repetir os passos.

Ampliando canais


Ampliando Canais

Todos nós fazemos de tudo, mas estamos acostumados a nos especializar mais em um canal determinado (Visual, Auditivo ou Cinestésico). Na realidade, isto nos limita. Quanto mais desenvolvidos tivermos todos os canais, melhor poderemos funcionar na vida. Propomos alguns exercícios para desenvolver mais os canais que não são prioritários em nós. Aqui tem exercícios para três semanas. Dedique quinze minutos por dia.
Para desenvolver a capacidade do canal VISUAL:
DIA 1: Olhe os objetos que lhe rodeiam, as formas, os volumes. Trate de distinguir as sombras, os relevos. Meça a distância. Feche os olhos e trate de lembrar esses objetos com o maior número de detalhes possível.
DIA 2: Faça uma excursão pelo campo ou pela cidade. Trate de perceber todos os detalhes, as cores, os matizes. Feche os olhos e trate de vê-los com sua imaginação.
DIA 3: Faça uma visualização dissociada. Imagine a você mesmo em alguma situação da vida cotidiana.
DIA 4: Faça uma auto-ancoragem visual (por exemplo, vendo algum objeto determinado). O dispare de vez em quando.
DIA 5: Trate de lembrar como é uma casa, uma rua, uma cidade de forma associada, vendo-o com seus próprios olhos.
DIA 6: Ligue a TV e tire o som. Preste atenção nas imagens. Feche os olhos e trate de repetir elas em sua mente. Trata de entender o argumento observando à mímica.
DIA 7: Repasse
Para desenvolver a capacidade do canal AUDITIVO:
DIA 1: Faça uma excursão no campo. Sinta-se e feche os olhos. Trate de perceber todos os sons que ouve. Coloque nome neles. Faça uma lista.
DIA 2: Faça uma lista com nomes, adjetivos e verbos relacionados com a audição. Por exemplo, aclamar, gargalhada, entonação, melodia, gargalhada, estrepitoso, conversar, pregar…
DIA 3: Ligue a TV e feche os olhos ou ligue o rádio. Note nas palavras, os tons, os ritmos, os registros, os timbres… Trate de repeti-los mentalmente.
DIA 4: Coloque um disco de algum grupo musical e trate de identificar os distintos instrumentos.
DIA 5: Ligue a TV e feche os olhos ou ligue o rádio. Trate de identificar o estado de ânimo de alguma pessoa por meio do som de sua voz.
DIA 6: Forme uma orquestra em sua cabeça. Com a imaginação, ouça cada um dos instrumentos.
DIA 7: Repasse
Para desenvolver a capacidade do canal CINESTESICO:
DIA 1: Sente-se em uma cadeira, feche os olhos e tome consciência das diferentes partes de seu corpo em contato com a cadeira.
DIA 2: Descalço, caminhe pelo chão e note as diferentes sensações que se produzem.
DIA 3: Imagine que está chovendo ou nevando. Tome consciência das sensações que se produziriam em seu corpo.
DIA 4: Lembre algum sucesso do passado especialmente importante para você. Note as sensações que se produzem em seu corpo.
DIA 5: Toque distintos objetos, cheire-os, tome consciência deles.
DIA 6: Imagine-se em uma montanha russa. O que ocorre com suas sensações?
DIA 7: Repasse

domingo, 7 de novembro de 2010

Tipos de memoria da mente

Na nossa mente existe mais de um tipo de memoria que são elas a
Memória RAM ==> registro automático da memória que registra tudo que nós vemos e vivenciamos como se fosse um filme.
Memória do INTELECTO ==> que é memoria de tempo real nossa.
Memoria do EU INTERIOR ==> que é o seu interior, sua conciência.

breve postarei mais galera flw.